quarta-feira, 29 de abril de 2015

SEGUNDO PLANEJAMENTO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO DA PROFESSO SOCORRO CABRAL





No dia 27/04/2015 tivemos mais uma reunião para fazermos a avaliação da atividade que foi desenvolvida anteriormente, planejar a segunda intervenção e assistir a apresentação do Projeto da professora Socorro Cabral, tendo como  Tese: Narrativas Docentes e a Formação em Contexto Híbridos
Iniciamos com discursos sobre a importância de refletirmos sobre os saberes que estão sendo construídos durante as atividades realizadas dentro do contexto do programa, abordando as dificuldades que temos para realizar essas reflexões, onde muitas vezes somos falantes, cheios de ideias, mas na hora de escrever encontramos dificuldade. Sendo uma das minhas dificuldades também, mas tenho consciência  que só aprendemos escrevendo e por isso, apesar das diversas atividades  que tenho que cumprir tenho mim empenhado para ultrapassar esse obstáculo.
Tivemos um momento de homenagem para a Professora Socorro, já que a mesma neste momento irá se dedicar a seus estudos, mas não poderíamos deixar de demonstrar os nossos agradecimentos pelos inúmeros saberes que construímos no ano de 2014, sendo uma pessoa que cobrava com o proposito de contribuir com a nossa formação, passando a ser um exemplo para todos nós.
Após esse momento de confraternização entre o grupo a professora apresentou seu projeto, depois foi aberta uma roda de dialogo para falarmos sobre as dificuldades que temos para fazer as postagens nos blogs, sendo apontada à escrita, a falta de internet, a falta de tempo, pois muitos têm outras atividades da faculdade que precisam realizar e uma das maiores dificuldades seria articular as leituras. Diante disso foi colocado alguns temas que acreditamos que irá contribuir na nossa formação.
Sabemos da importância de refletirmos a nossa vivencia na escola, principalmente para os docentes iniciantes, pois através dessas reflexões podemos identificar problemas e buscar melhorar a nossa prática pedagógica. E Assim, estamos fazendo nos encontros, levantando as problemáticas, os nossos anseios tentando construir saberes que possam contribuir para melhorar   a educação no nosso país.








PRIMEIRA INTERVENÇÃO NA ESCOLA




Com base no planejamento de aula realizada anteriormente, fomos para a escola Vilma Brito Sarmento para realizarmos a primeira intervenção, utilizando o gênero textual Receita, com o objetivo de trabalhar grafema e fonema. Sempre com muita expectativa, por se tratar do primeiro  trabalho deste ano que iriamos vivenciar a docência com essa turma, mas fomos bem acolhidos por todo corpo da escola principalmente pela turma, os alunos também apresentam ansiedade.

Iniciamos com a atividade de rotina, com oração de agradecimento, após construímos o alfabeto no quadro, por sentir a necessidade de apresentar o alfabeto para os alunos que ainda não conseguem identificar as letras. Com base nas leituras também realizamos o processo de codificação, decodificação e analise linguística.








Segundo Freire o processo de codificação é a representação do aspecto da realidade exposto através da palavra geradora, seja por meio da oralidade, desenho, dramatização, música e outros códigos  que os alunos já conhecem e pela descodificação, onde o docente irá conduzir a discussão através de questionamentos, que provoque a reflexão do aluno a respeito do tema, também precisamos fazer a analise e síntese da palavra geradora oportunizando o aluno a descobrir a palavra escrita representa a palavra falada, com a divisão da palavra geradora em sílaba apresentando suas famílias silábicas. Desta forma procuramos seguir todos esses passos, com a finalidade de proporcionar aos alunos um ensino significativo.

Aos poucos a tensão foi passando e fomos ficando mais a vontade, os alunos participaram totalmente de todas as atividades, foi bem participativo, não tivemos dificuldade na realização desse trabalho, uma vez que as vivencias anteriores nos ajudou a ter mais confiança.Já que o nosso gênero textual era receita levamos um doce para  um momento de confraternização entre o grupo, sendo muito significativo que proporcionou ao grupo um momento de interação.






PLANEJAMENTO DAS INTERVENÇOES






No dia 06 de abril nos reunimos, desta feita para planejarmos a primeira intervenção que iremos realizar na escola Vilma Brito Sarmento, hoje consigo ver esse momento com mais tranquilidade, já que tivemos a oportunidade de planejar algumas antividades no ano passado.
 A professora Ivana nos troxe um video de Onaide Mendonça, dando algumas explicações sobre o Método Sociolinguistico sendo um suporte para as reflexões sobre o livro "Alfabetização Método Sociolinguístico: consciência social, sílabica e alfabetica em Paulo Freire".Essas discursões contribuiram para a elaboração das atividades dos alunos.





O plano de aula é de suma  importante, pois ele nos norteia durante a aplicação das atividades, principalmente para os professores iniciante, que chegam na sala de aula com um pouco de insegurança. Segundo Vasconcellos (2000, p. 35) "Planejar ajuda a concretizar aquilo que se almeja (relação Teoria-Pratica)". Portanto, o planejamento é o instrumento importante para o docente realizar seu trabalho e conseguir alcançar seu objetivo.




Nesta segunda etapa do PIBID já consigo ter mais tranquilidade para realizar esse planejamento, mais sei que a todo momento tenho que está buscano leituras teoricas que mim der suporte, investigando e refletindo sobre o trabalho realisado. Diante disso, acredito que o professor que não  planeja terá muita dificuldade, sem falar que não conseguirá ter controle do tempo, correndo o risco de desenvolver atividades sem significado para os alunos


terça-feira, 14 de abril de 2015

ANÁLISE DAS ATIVIDADES DIAGNÓSTICO



No dia 30 de março de 2015 nos reunimos para analisarmos as atividades do diagnóstico com leitura, escrita e produção de texto, através dessas atividades conseguimos diagnosticar o nível de aprendizagem de todos os alunos da escola Municipal Vilma Brito Sarmento da turma do 5º ano vespertino tendo como professora supervisora Jocelice. Antes de iniciarmos a analise fizemos uma reflexão do texto de Angela Freire, “Contribuições Teóricas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky”, sendo um estudo que evidencia o caminho que as crianças percorrem no aprendizado da língua  definida por elas de Psicogênese ou Gênese (origem, geração) do conhecimento da escrita.

Esse trabalho foi de suma importância, pois nos possibilitou identificar o nível em que se encontra cada criança. Segundo Freire “cabe ao professor fazer intervenções significativas para que ela se aproprie da escrita ortográfica”. Desta forma podemos afirmar que através do diagnóstico podemos planejar nossas práticas pedagógicas traçando metas que ajudem os alunos a avançarem.

quarta-feira, 25 de março de 2015

APLICAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 2015


Dando continuidade aos trabalhos do PIBID-Anos Iniciais, no dia 25 de março de 2015 realizamos mais uma atividade na Escola Vilma Brito Sarmento no período da tarde, na sala do quinto ano da professora supervisora Jocelice com aplicação de avaliação do Diagnostico de Leitura e Escrita. Iniciamos com apresentação do grupo, oração, logo após distribuímos as atividades de leitura e interpretação. Realizando uma leitura bem clara sobre o texto, depois de explicarmos a atividade circulamos por toda a classe e percebemos o grau de dificuldade desses alunos, mesmo sem terminar o diagnostico ficou claro que muitos alunos têm dificuldade na escrita, na interpretação e tem alunos que ainda não estão alfabetizados. 





 Mesmo com tantas mudanças que ocorreram na educação do Brasil é crescente o número de analfabetos e o choque maior de nossa parte foi chegar em uma classe de quinto ano e nos depararmos com crianças que passaram por vários ciclos e não avançaram e nos perguntamos o que ocorreu com esses alunos? Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1986), o construtivismo, com base na Psicogênese da língua escrita ”há vinte anos foi introduzido no Brasil, para contribuir na melhoria da qualidade da alfabetização, e adotada pelos mais importantes sistemas públicos de ensino. Neste tempo, vem abalando as crenças e os fundamentos da alfabetização tradicional, mudando drasticamente a linha de ensino das escolas e levando os professores a um conflito metodológico”, os professores passaram a ter a teoria, mas não sabem como desenvolvê-la, ou seja, não tem o método. Diante do que observamos hoje, a professora jocelice e o grupo de professores iniciantes que fazem parte do PIBID terão um grande desafio pela frente.



domingo, 22 de março de 2015

PLANEJAMENTO




Dando continuidade as tarefas do PIBID- Anos Iniciais do Ensino Fundamental, no dia 19 de março de 2015, nos reunimos na Escola Vilma Brito Sarmento, juntamente com as supervisoras Jocelice e Maria Lúcia e as coordenadoras Ivana De Deus e Socorro Cabral, para participarmos de forma colaborativa do planejamento da primeira semana de aula, ao chegarmos à escola fomos recebidos por todos de forma bem acolhedora. Iniciamos a reunião com a leitura, reflexão e discussão do texto "Recomeçar" de Carlos Drummond de Andrade, logo após houve apresentação de todo grupo, com uma breve exposição sobre o PIBID e as contribuições que este programa tem proporcionado para os alunos da escola e todos os participantes. Dividimo-nos em dois grupos para darmos inicio ao planejamento, de acordo com Vasconcelos (2000), “Planejar ajuda a concretizar aquilo que se almeja.” Portanto, o planejamento é de suma importância para o docente organizar seu método de ensino e o objetivo que deseja alcançar, nesta perspectiva elaboramos o nosso planejamento para o dia 23 de março:
1-    Iniciaremos com a acolhida;
2-    Dinâmica: Teia feita com um cordão, o aluno irá  fala seu nome, algo que gosta e que não gosta na escola;
3-    Objetivo: Trabalhar a importância da interação e participação de todo grupo;
4-    Reflexão: Quais as dificuldades que o aluno encontrou? Relacionar com as dificuldades encontradas na escola e quais são elas? 








segunda-feira, 16 de março de 2015

OS PRIMEIROS MOMENTOS ESCOLAR

Aos seis anos comecei a estudar com uma senhora que ensinava a um grupo pequeno de crianças, algo que marcou e jamais esquecerei, pois era muito rigorosa, não podíamos conversar, tomava a lição todos os dias, a tabuada me preocupava, pois se errasse ficaria de joelhos no milho, não posso esquecer-me da palmatória. Ela utilizava para tomar a lição do alfabeto um papel em branco cortado ao meio, em casa gostava de brincar de pega-varetas, pular corda e baleado. As crianças tinham a liberdade de brincar com os colegas na porta de casa, a violência existia, mas não assustava tanto como hoje.
A alfabetização nesta época era feita com cartilhas o famoso “ABC”, as salas não eram decoradas, a metodologia que se trabalhava na época era a Tradicional, onde o aluno recebe um número possível de informações e o professor ocupa lugar central, as aulas eram expositivas, o professor era visto como enciclopédia e o aluno era um caderno em branco que escutava e aceitava em silêncio. A aula girava em torno do professor, não éramos educados para ter uma visão critica, o professor era muito respeitado por todos.