quarta-feira, 13 de maio de 2015

REFLEXÕES

Hoje dia 13/05/2015 nos reunimos para um momento de reflexão sobre as intervenções realizada na Escola Vilma Brito Sarmento. Sendo um momento muito importante para refletirmos nossa prática pedagógica. Cada grupo expôs o que essas atividades significou, colocando suas angustias, umas delas foram: A inquietação dos alunos na sala de aula, outros demonstraram a dificuldade que estão encontrando para fazer com que certo aluno faça as atividades e outros colocaram que devido ao nervosismo atropelaram algumas etapas do planejamento. Daí surge algumas questões: O que fazer para se ter um controle maior sobre a sala? Como posso ajudar esses alunos que se negam a realizar as atividades? Por que os alunos estão desmotivados? Como os professores iniciantes  podem controlar seu nervosismo? Como sabemos que não existe receita pronta sobre o que fazer em cada caso vivenciado no contexto escolar, este momento nos proporcionou perceber que a angustias do colega, pode ser a minha também e no momento que compartilhamos e refletimos, temos a oportunidades  de achar respostas. Segundo Tardif os "saberes" são gerados através da socialização do sujeito nos diversos espaços como: nas famílias, grupos, amigos, escola etc., desta forma é construída sua identidade pessoal e social. Diante disso, ao compartilharmos nossas inquietações temos a oportunidade de ouvir a opinião dos colegas, muitas também podem ter passado pela mesma situação e conseguiram ter um bom resultado. Logo após cada aluno leu uma frase, abrindo espaço para colocarmos nossos pensamento. Para contribuir com a nossa formação teórica e reflexiva sobre os saberes docente iniciamos a leitura do artigo de Cardoso, Del Pino. Dorneles (2012) sobre os saberes profissionais dos professores na perspectiva de Tardif e Gauhier: contribuições para o campo de pesquisa sobre os saberes docentes no Brasil, iremos também participar do fórum no moodle da uesb para um momento de reflexão, compartilhando com os colegas nossos pensamentos, dessa forma iremos construindo nossos saberes docentes. 

quinta-feira, 7 de maio de 2015

SEGUNDA INTERVENÇÃO: DANDO CONTINUIDADE AOS TRABALHOS

ESSA ATIVIDADE FOI REALIZADA 05/05/2015



No dia anterior todas as atividades realizadas na sala foram recolhidas para corrigi no segundo dia. Segundo Naspolini " Ao corrigir um texto, o professor faz anotações, indicando o que deve ser reescrito", e assim fizemos, marcamos com um número as palavras que estavam com alguns erros e na sequência do texto a forma correta da escrita.







Essa autocorreção leva o aluno a observar as diferenças da escrita por ele e a que o professor escreveu, entregamos as atividades para que eles observassem o que precisava ser refeito, acompanhado cada aluno. Monik  nos falou que ao pedir a uma aluna que corrigisse a atividade a mesma se negou, então fui passando por cada aluno até chegar a ela e a questionei por que não estava corrigindo a atividade? ela respondeu que não queria, então mostrei a mesma a importância de fazer a correção, sendo assim ela resolveu fazer e fui orientando. Percebi que pelo fato das colegas que estavam ao seu lado não terem errado nada, ela estava com vergonha por ter errado.  Logo após Mariana que estava a frente das atividades neste dia, corrigiu no quadro, fazendo questionamentos e todos participaram.



No segundo momento realizamos uma atividade bem dinâmica  com os alunos, "O CAÇA PALAVRAS", dividimos a sala em cinco grupos, a principio houve uma rejeição por parte de alguns alunos que se negavam a participar do mesmo grupo de certo colegas, mas aos pouco conseguimos mostrar a importância de interagir com o grupo, então foi sanada esse problema e de forma colaborativa todos participaram da construção das palavras, logo após apresentaram. Nesta atividade percebi que mesmo aquelas crianças que são calada, elas participaram dando opiniões, essa atividade realizada hoje foi muito significativa tanto para os alunos  quanto para nós professores iniciantes.













Finalizamos com a degustação de um bolo de cenoura com cobertura de chocolate, receita que trabalhamos em sala de aula e suco de maracujá.





segunda-feira, 4 de maio de 2015

SEGUNDA INTERVENÇÃO: PRIMEIRO DIA



Hoje dia 04/05/2015 tivemos mais uma vez a oportunidade de vivenciar a docência na escola Vilma Brito Sarmento  continuamos trabalhando com o gênero textual receita, a mesma foi de bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Ao planejarmos essa atividade queríamos realizar algo diferente da anterior, com isso decidimos  apresentar um vídeo sobre a receita, as colegas tentaram baixar esse vídeo, mas não conseguiram, desta forma como plano (b) resolvemos apresentar apenas o texto. Seguindo a escala, onde a cada dia uma docente iniciante fica a frente dos trabalhos realizado na sala, hoje quem estava à frente era a colega Monik, eu e Mariana ficamos auxiliando.



É meio complicado quando planejamos algo e não dar certo, de certa formas ficamos desestruturadas e percebemos por que  o professor  está sempre construindo e reconstruindo seus saberes, quando o que planejamos não dar certo o professor precisa pensar de maneira rápida e eficiente, a experiência neste momento conta muito. Sentimos insegurança, por ser algo novo para nós, principalmente por ter na sala de aula a professora Socorro, pelo fato de sabermos que não iriamos fazer realmente o que planejamos. Se para nós que não estávamos à frente foi complicado, para a colega Monik foi ainda pior.



Como de costume iniciamos a aula com a oração, devido a ansiedade e nervosismos acabamos atropelando algumas partes que estava no nosso planejamentos. Após terminarmos a atividade a Professora Socorro nos chamou para fazermos uma reflexão sobre nossa atividade e nos orientou sobre o que deixamos de fazer, precisamos trabalhar com a leitura e escrita significativa seguindo os Fundamentos sociológicos do método sociolinguístico, que seria a "codificação, decodificação explorando as potencialidades dos alunos, através de discussões para que ele possam expor sua compreensão de mundo e a análise e a síntese das palavras geradoras depois de retirá-la do contexto onde é produzido.