sábado, 17 de dezembro de 2016

TRABALHO INTERDISCIPLINAR: PORTUGUÊS E HISTÓRIA

INTERVENÇÃO III





          Mais uma vez nos reunimos para planejarmos a nossa próxima ação na escola Vilma Brito Sarmento. Após diálogo com todo grupo percebemos a necessidade de mudarmos a nossa forma de trabalhar, por sentirmos a necessidade de realizarmos intervenções interdisciplinares. Segundo Vasconcellos (2000, p.36), “ O fator decisivo para significação do planejamento é percepção por parte do sujeito da necessidade de mudança”. Desta forma, podemos dizer o quanto é valido essa discussão após cada intervenção, esse momento nos ajuda a refletirmos as nossas ações, perceber o que foi positivo e em que podemos mudar.
          Nesta perspectiva, percebemos a importância de se trabalhar não só com português, a parti daí, cada grupo se reuniu para planejar a próxima proposta de intervenção. Em nosso grupo cada membro deu sua sugestão sobre o que poderíamos trabalhar nesta intervenção, após alguma discussão resolvemos trabalhar  com o gênero textual poema e música, os conteúdos trabalhados foram de português e história, abordando a história de Jequié , já que o dia 25 de outubro se comemora  o aniversário da cidade.
           Após planejarmos, elaborarmos as atividades e fazermos várias pesquisas sobre o tema abordado, chegou a hora realizarmos nossa intervenção, foi dividido o grupo, dois membros do grupo iniciou a intervenção apresentando algumas imagens de Jequié, seguida de discussões sobre a história da cidade. Em seguida, realizaram alguns questionamentos com os alunos a partir da leitura das imagens. No terceiro dia o restante do grupo deu continuidade aos trabalhos expondo as imagens atuais da cidade de Jequié, fazendo uma comparação com as imagens que foram apresentadas anteriormente, em seguida realizamos algumas discussões com os alunos.
           Exibimos a música e vídeo “Se essa rua fosse minha,  versão Galinha Pintadinha. Discutimos sobre a música e questionamos o que eles gostaria que mudasse na sua rua. Foi uma aula bem legal, todos participaram, agora percebo que já estão mais acostumados conosco, apesar de estarem apenas no 3º ano, eles são bastantes críticos e observador, gostam de participar de todas as ações desenvolvidas
No ultimo dia, fizemos uma revisão do que foi abordado anteriormente, Distribuímos e apresentamos um poema sobre Jequié, exibimos um vídeo falando sobre os instrumentos utilizados pelos indígenas e chegou o momento tão esperando pelos alunos a Confecção dos instrumentos “Maraca”.
Segundo Zeichener (2008, p. 539) Apud Feiman-Nemser ( 2001), ao adotamos o em nossa formação o ensino reflexivo, é necessário que haja um compromisso por parte dos  formadores desses profissionais “em ajudar futuros professores a internalizarem, durante sua preparação inicial, as disposições e as habilidades para aprender a partir de suas experiências e tornarem-se melhores naquilo que fazem ao longo de suas carreiras docentes. Assim, posso dizer, a coordenação do nosso PIBID em nosso grupo essa prática de reflexão, de pesquisa tem contribuído significativamente em minha formação, pois a cada discussão realizada com um grupo e ao ver as colegas expondo suas ações, percebo em que poderia melhorar. As ações desenvolvidas tendo uma orientação tanto por parte da coordenação quanto das professoras supervisoras mim ajudaram a ter mais segurança, ao observar a forma de trabalho, como a professora conduz suas atividades e como ela tem a gestão da classe tem contribuído muito na construção da minha identidade docente.



O LÚDICO NA SALA DE AULA


INTERVENÇÃO II - MÚSICA E POEMA



Esta no PIBID é vivenciar momentos ricos que contribui significativamente em minha formação, sempre antes de iniciarmos nossas vivencias na escola, realizamos estudos, discussões e planejamento. Todas essas ações foram realizadas a fim de  darmos continuidade a oficina  “A ARTE NAS ASAS DA LEITURA”, na Escola Vilma Brito Sarmento, na turma da professora Josiene Souza Pereira, 3º ano, Haja vista que não tínhamos concluído ainda.
Segundo Vasconcellos (2000, p. 35), “re-significar o planejamento para o sujeito implica resgatar sua necessidade e possibilidade”. Diante disso, durante o nosso planejamento coletivo acrescentamos a confecção de dobradura de borboleta e construção de instrumentos musicais, por sentirmos a necessidade de enriquecer ainda mais os nossos trabalhos, realizando ações que fosse significativa para as crianças.
Nesta intervenção, Exibimos um vídeo falando sobre “As Borboletas” cantada por Gal Costa, levantamos os conhecimentos prévios dos alunos, distribuímos e apresentamos o poema “As Borboletas” Vinicius de Morais e fizemos comparação entre os dois textos, para enriquecer ainda mais nossa aula apresentamos um vídeo falando da metamorfose da borboleta. Logo após trabalhamos com a palavra geradora “BORBOLETA”.
Ao apresentarmos as famílias silábicas no quadro, percebemos que os alunos já conheciam as famílias, pois antes de perguntarmos eles já falavam com propriedade de conhecimento, todos  formaram palavras e participaram com muito entusiasmo. Infelizmente  a escola está tendo que liberar as crianças mais cedo por falta de funcionário, com isso, não construímos os instrumentos, mas fizemos a dobradura da borboleta, com papeis de oficial colorido e exposição em painel, também ensaiamos com as crianças a música aquarela que iríamos apresentar no dia seguinte, estavam ansiosos, toda hora perguntando qual seriam o momento do ensaio.
No dia seguinte, após a atividade de rotina, iniciamos a preparação da apresentação  arrumando as crianças com os aventais coloridos, exposição dos quadro feitos pelos alunos da releitura das obras de Romero Britto, assim também do ambiente que ocorreria a apresentação, todas as salas assistiram a apresentação das crianças. Apesar do pouco tempo que tivemos para ensaiarmos, para mim foi belíssima a apresentação dos alunos, os quadros que eles pintaram ficarão lindos e o mais interessante é que eles criaram suas obras, desenharam e pintaram de forma bem criativa.
Nesta vivencia no chão da escola, percebi o quanto é difícil para um professor sozinho desenvolver certas ações em sala de aula, pois todas essas atividades foram realizadas por um grupo, ai você se questiona: Será que uma professora com 25 alunos teria condições de realizar todas essas ações sozinha? Penso que há uma necessidade do professor do Ensino Fundamental I ter um auxiliar na sala, com isso, o professor teria como dá uma atenção maior a seus alunos. A cada vivencia percebo a importância de ser um professor pesquisador que busca desenvolver ações significativas, sinto o quanto é importante refleti nossa prática  e nos questionar: o que deu certo? Em que posso melhorar? Assim também como é bom essa vivencia com professoras experientes, que tem um repertório de saberes e sinto a necessidade de perguntas as mesmas de que forma as ações realizadas pelo PIBID tem contribuído em sua formação continuada?